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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Play with the "Nothing" in a dark room

Notas Iniciais:
Capítulo muito curto, de transição.
Inspiração veio dessa história aqui: http://www.fanfiction.net/s/6928332/1/Ferraduras

Capítulo 5

O primeiro kanji usado no meu nome significava `Dragão', o segundo não tinha nenhum significado especial, mas a mamãe gostava de brincar que era porque ela sempre gostara de Momotarou, e queria me chamar como o protagonista.

Seria muito melhor ter me chamado Momotarou, se isso não deixasse todas aquelas coisas acontecerem.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

All we need is just a little patience

Capítulo 4

Adentrei o estabelecimento humilde, quase sem nenhum atrativo. Um pequeno café em uma rua movimentada do centro de Kyoto. Minha respiração era pesada e minhas mãos suavam frio.

Medo.

Antes que me perguntem, não era medo de alguém, mesmo que a pessoa com quem eu estava indo encontrar não fosse lá uma das mais agradáveis, mas... Medo da notícia que ela poderia me dar. Esse medo era meu maior inimigo.

E justo naquele dia, que meus remédios haviam acabado... Nada poderia ser pior do que aquilo.

I had a ambition. It was you, my only dream...

 

Notas do Autor:

Eu chorei com esse, oka? ¬¬

Capítulo 3

“Maybe it's called ambition, you've been talking in your sleep. About a dream, We're awakening.”

Mas já ouviram falar que nada que é bom dura muito tempo? Fora questão de poucos meses até que eu acabasse sendo expulso da escola por ter batido em um daqueles malditos nerds que viviam nos delatando. Eu ainda lembro dos gritos de fúria de meu pai, enquanto dirigia de volta para casa, gritando que me mandaria para um reformatório. Não havia prestado a mínima atenção, acreditando que ele não faria aquilo.

'Cause I want to know you. I never forget you

 

Notas do Autor:

Primeira parte

Capítulo 2

Eu era somente um garoto de quatorze anos com o típico pensamento de ser aceito em algum grupo, e, para minha infelicidade (ou a deles), meu alvo foi o grupo de valentões do colégio. Eles eram tudo que eu, o moleque franzino e quase frágil, queria ser: temidos, respeitados, fortes e tinham uma gangue.

With an Angel face and a taste for Suicidal

Capítulo 1

Eu continuava parado na janela do dormitório. Havia de fazer 17 anos, estava para sair daquele local maldito, mas ainda assim me sentia como se estivesse deixando uma boa parte de mim ali dentro.

Certo, não sejamos hipócritas. Eu estava deixando a Academia Saint Edwiges à força. Era o que eu queria, não era? Meu pai havia me avisado: ou me endireitava ali dentro, ou nem mesmo aparecia em casa.